Amputações

Amputações

Amputação é definido como a remoção de uma extremidade do corpo por meio de cirurgia ou acidente. Na medicina, esta prática é utilizada para controlar a dor ou doença que está acometendo o membro em questão, como no caso do câncer e da gangrena.Embora a amputação seja vista como uma mutilação, incapacidade ou impossibilidade de realizar atividades rotineiras, na realidade, este procedimento deve ser encarado como o início de uma nova fase, pois, mesmo que um membro tenha sido perdido, com consequente alteração da imagem corporal, houve a eliminação de um perigo iminente da perda da vida ou de alívio de um sofrimento.

As causas mais comuns que levam à amputação são de ordem vascular, causadas por: vasculopatias periféricas, traumáticas, tumorais, infecciosas, congênitas e iatrogênicas. Dentre as vasculopatias periféricas, responsável por geralmente afetar indivíduos acima dos 50 anos de idade, os membros inferiores são os mais acometidos (dedos, pés e pernas). A etiologia mais comumente observada gerada por eventos vasculares é a diabetes e o tabagismo.Etiologias traumáticas afetam uma parcela significativa da população em decorrência dos acidentes de trânsito, de trabalho ou, menos frequentemente, resultante de outra causa. Dentre essas etiologias, os acidentes de trabalho tendem a levar a amputações dos membros superiores (dedos, mãos e braços).

Dentre as complicações mais comuns estão: deiscência de suturas, edemas, ulceração, inflamações, infecções, retração da cicatriz, neuromas, espículas ósseas e fenômeno “fantásmico”. Neste último caso, o paciente sente como se ainda tivesse o membro que foi amputado e costumar estar presente em 95% dos pacientes que foram submetidos à este procedimento, podendo ser doloroso ou não. Geralmente manifesta-se até a 3° semana após o procedimento. O tratamento de um paciente submetido à amputação deve ser integrado e o sucesso irá depender de todo o trabalho de reabilitação desenvolvido. Este visa um maior aproveitamento, por parte do paciente, de suas potencialidades de modo que ele possa desempenhar suas atividades diárias de forma independente. Deste modo, realiza-se o tratamento do coto, com boa força muscular, sem edema e, sendo assim, pronto para receber a prótese. 
  

Aquileíte

Aquileíte
















É a inflamação do tendão de Aquiles. Costuma ser causada pelo contato insistente do tendão com o bordo posterior do calçado ou pelo alongamento brusco, mais comum a esportistas. Esta inflamação gera dor a palpação e a movimentação. O quadro pode evoluir para a formação de calcificação local. O tratamento consiste do repouso, elevação do calcanhar durante a marcha e uso de órteses confortáveis que impeçam o atrito no local. 
 
         

Artrite

Artrite

Artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, autoimune, que afeta as membranas sinoviais (fina camada de tecido conjuntivo) de múltiplas articulações (mãos, punhos, cotovelos, joelhos, tornozelos, pés, ombros, coluna cervical) e órgãos internos, como pulmões, coração e rins, dos indivíduos geneticamente predispostos. A progressão do quadro está associada a deformidades e alterações das articulações, que podem comprometer os movimentos.Não se conhecem as causas da doença, que afeta duas vezes mais as mulheres do que os homens entre 50 e 70 anos, mas pode manifestar-se em ambos os sexos e em qualquer idade. A forma juvenil tem início antes dos 16 anos, acomete número menor de articulações e provoca menos alterações no exame de sangue.No início, os sintomas podem ser insidiosos e comuns a outras enfermidades ou ocorrer abrupta e simultaneamente. Os mais comuns são rigidez matinal que regride durante o dia, mal-estar, diminuição do apetite, perda de peso, cansaço, febre baixa, inchaço nas juntas das mãos, punhos, joelhos e pés, que se deformam com a evolução da doença.  

  
  

Artrite Psoriática

Artrite Psoriática

Artrite Psoriática é  a inflamação do tendão de Aquiles. Costuma ser causada pelo contato insistente do tendão com o bordo posterior do calçado ou pelo alongamento brusco, mais comum a esportistas. Esta inflamação gera dor a palpação e a movimentação. O quadro pode evoluir para a formação de calcificação local. O tratamento consiste do repouso, elevação do calcanhar durante a marcha e uso de órteses confortáveis que impeçam o atrito no local.

 

 

       

Atrito

Atrito

Trata-se da fricção de calçados contra a superfície dos pés. Na maioria dos casos causa desconforto e dores podendo resultar em infecções. Aconselha-se que alguns cuidados sejam tomados para evitar o aparecimento dessas lesões pois apesar de comuns podem gerar sérios problemas especialmente a pessoas diabéticas, culminando até em amputações quando não bem tratadas. É sugerido o uso de calçados confortáveis, com espaço interno amplo, e se possível sem costura, aconselha-se também a compra de sapatos no período da tarde ou noite pois é nesse período o maior inchaço dos pés evitando a compra de sapatos apertados. O uso de protetores em materiais macios costumam inibir o atrito nos pés.  

Atrofia do Coxim Plantar

Atrofia do Coxim Plantar
















Com a idade, após 45-50 anos, este coxim tem uma predisposição natural do organismo a se degenerar e diminuir sua função de amortecimento dos choques. A localização mais importante deste coxim é no calcanhar Que sob as cabeças metatarseanas, na região logo atrás dos dedos (bola do pé). Coxim plantar é o amortecedor que temos na sola dos pés entre a pele e os ossos. 
 
Existem várias doenças que podem levar à atrofia deste coxim, como doenças reumáticas, diabetes, outras doenças do tecido colágeno e também seqüela de trauma no pé. Outro fator que pode levar à atrofia é fazer-se infiltração no pé com cortisona e esta infiltração ser realizada no coxim. Durante a marcha normal, um indivíduo joga em torno de 110% do peso corporal no calcanhar e quando corre este percentual pode ser mais do dobro deste peso. Um adulto normal, em torno de 70-80 kg, durante uma caminhada leve, pode descarregar em torno de 3500 g/cm2, variando-se com altura, peso corporal, tamanho do pé. Quando corre, com no mínimo a duplicação destes valores, esta pressão pode subir a 7000-8000 g/cm2. Em um pé com um bom amortecedor na sola (pelo coxim plantar) isto não é problema, mas com os anos isto pode ser fator de dores localizadas na área citada. Por isto que um bom tênis e às vezes palmilhas são muito recomendáveis, bem como evitar-se terrenos muito duros, especialmente nas corridas de distâncias maiores.
 
A preocupação torna-se maior ainda quando o corredor é portador de diabetes, uma vez que com os anos da doença, esta pessoa vai diminuindo gradativamente tanto a vascularização (quantidade de sangue que chega ao pé) quando a sensibilidade.  
   
   
  
             

Bolhas

Bolhas












As bolhas são bolsas de água localizadas sobre a pele. O líquido claro e aquoso no interior da bolha é chamado de soro. Este soro vem dos tecidos adjacentes, em resposta á pele lesionada. Se a bolha estiver fechada o soro fornece a proteção natural da pele por baixo da bolha. As menores são chamadas de vesículas e as maiores de bolhas. Existem também as bolhas de sangue, cheias de sangue em vez de soro. Existem muitas razões para uma bolha se formar, estas incluem: irritação da pele, fatores físicos que irritam a pele, como o atrito (esfregando a pele), produtos químicos irritantes, frio extremo ou calor extremo. As bolhas também podem ser causadas por sapatos apertados ou pelo contacto da pele numa área particular do sapato menor ou maior que o pé. As bolhas podem também ser causadas pela dermatite de contato, uma reação da pele a algum tipo de produto químico irritante, utilizado na confecção de alguns calçados. 
   

Calos e Calosidade

Calos e Calosidade














A calosidade (ou hiperqueratose) é uma tentativa de proteção do nosso corpo em resposta a um estímulo de pressão local. Existem variações quanto ao tamanho, consistência e localização, no entanto, ocorre sempre devido ao mesmo motivo, a hiperpressão. Quando esse excesso de pressão se distribui difusamente, observamos placas endurecidas, quando ela é concentrada em local específico, temos a presença dos calos. Várias são as causas para esse aumento de pressão local, como obesidade, calçado inadequado, caminhadas excessivas, presença de irregularidades ósseas, atrofia dos coxins gordurosos protetores dos pés como na diabetes e na artrite reumatóide. A situação é atenuada pelo uso de substâncias emolientes, palmilhas e outras órteses confeccionadas com gel e materiais macios, resultando numa melhor distribuição e diminuição da pressão nos pés.    
 

Cervicalgia

Cervicalgia

Cervicalgia é uma condição de dor cervical com irradiação para membro superior, normalmente devido à compressão de uma raiz nervosa da região cervical. A região cervical possui grande mobilidade, sendo assim ela é altamente dependente do suporte muscular para mantê-la estável, tornando assim os músculos mais suscetíveis a lesões. Por isso, as causas mais comuns de dor cervical são decorrentes de desordens mecânicas, que envolvem alterações posturais e fatores ergonômicos, que geram alterações e compensações musculares resultando em dor e rigidez no pescoço.  
   
 

Ciatalgia

Ciatalgia

Ciatalgia ou dor ciática é provocada pela compressão, inflamação ou irritação de uma ou mais raízes nervosas que nascem na medula espinhal e vão formar o nervo ciático (ou isquiático). A dor pode ser em parte do trajeto do nervo ciático ou na totalidade de sua extensão; pode haver perda ou diminuição de sensibilidade e dos reflexos na região afetada, e também pode haver diminuição da força muscular. O ciático é o maior nervo do corpo humano. Ele se inicia na região lombar, segue pela face posterior do quadril, desce por trás da coxa e chega à prega poplítea, onde se bifurca e segue em dois ramos pela parte póstero lateral da panturrilha, seguindo até o hálux. As causas podem ser atribuídas à vários fatores como: hernias, encurtamentos musculares e miofaciais, entre outros. 

   

Condromalácia

Condromalácia











A condromalacia, também chamada de joelho do corredor ou condropatia patelar, é um desgaste da articulação do joelho que geralmente tem cura e manifesta-se através de sintomas como dor profunda no joelho e à volta da rótula ao realizar determinados movimentos, cujo tratamento é feito com a toma de anti-inflamatórios, exercícios, fisioterapia e em alguns casos, cirurgia.A condromalacia patelar é causada especialmente pelo enfraquecimento do músculo quadríceps, localizado na parte da frente da coxa e pelo formato do joelho do indivíduo ou pelo posicionamento do seu pé. Estas condições quando associadas ao excesso de peso e ao esforço repetitivo são as maiores causadores da doença. 
  

Contusões

Contusões

As contusões são traumas sofridos por parte mole (músculo, ligamentos, tendões) que não chegam a provocar fraturas. Geralmente são causadas pela prática esportiva. As lesões causam dor intensa, perda de sensibilidade, edema, incapacidade de suportar a descarga de peso e precisam de atenção médica. Casos mais simples podem receber apenas tratamento caseiro. O método REGECE acelera a resolução do quadro, e consiste de Repouso, Gelo, Compressão e Elevação do membro afetado o mais rápido possível, por ao menos 48 horas após a lesão. Ao persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado. O uso de palmilhas e demais produtos para absorção de impacto também são indicados, pois resultam na eliminação da pressão em todo sistema ósteo-articular. 

Cotovelo de Tenista

Cotovelo de Tenista






















Cotovelo de tenista, ou epicondilite lateral, é uma inflamação dos tendões que causa dor no ombro e braço. Os tendões envolvidos são responsáveis por ligar os músculos que estendem o punho e mão. Esta inflamação produz dor na parte de lateral do braço, diferente de outra condição similar conhecida como cotovelo de golfista, a qual afeta os tendões da parte de medial do cotovelo. Apesar do nome “cotovelo de tenista”, pessoas com epicondilite lateral podem apresentar sintomas sem nunca ter pisado em uma quadra de tênis. Cotovelo de tenista é a principal causa de consultas médicas para dor no cotovelo, e acontece mais comumente no braço dominante. Embora possa ocorrer em qualquer idade, é mais comum em pessoas de 30 a 50 anos, afetando igualmente homens e mulheres. O cotovelo de tenista é considerado uma condição crônica porque ocorre com o tempo. O movimento constante e repetitivo pode decorrer de atividade esportiva, mas também pode afetar pessoas com trabalho ou hobbies que requerem um movimento recorrente. A gama de atividades que envolvem movimentos repetitivos inclui: tênis, esgrima, golfe, digitar, usar o mouse do computador, tricô, jardinagem, usar tesoura, tocar instrumento musical, entre outros.  
   

Dedos em Garra

Dedos em Garra

Os dedos dos pés se mantêm equilibrados com funcionamento normal através do trabalho harmonioso de tendões flexores e extensores. Várias deformidades dão origem à perda desse equilíbrio, contribuindo ainda em alteração da biomecênica da marcha. Sapatos com bico fino, diabetes, hansen e sequelas de artriteartrose estão entre os grandes vilões, sendo normalmente os responsáveis pela alteração da arquitetura dos pés. Em princípio, produzem uma deformidade flexível, mas com o tempo os dedos se tornam rígidos e começam a desenvolver calosidades dolorosas, conseqüência da pressão e atrito inadequado entre os pés e calçados. É interessante a intervenção precoce com o uso de órteses corretoras e alongamentos quando os dedos ainda estão flexíveis. Em fase tardia, com a rigidez, por vezes é indicado procedimento cirúrgico. 

Dedos Sobrepostos

Dedos Sobrepostos

São dedos que apresentam um mal alinhamento entre si, posicionando-se uns em cima dos outros. O uso de sapatos muito apertados, deixando os dedos posicionados uns sobre os outros, inicialmente causa apenas desconforto, mas pode culminar com deformações. Os tecidos se acomodam à nova posição e em pouco tempo observa-se o surgimento de calos. Para tratar esta deformidade é necessária a associação entre a escolha mais adequada dos calçados, a colocação de órteses corretivas e realização de exercícios de alongamento. Casos mais graves, que levam a limitação funcional devem ser discutidos com médico especialista para possível procedimento cirúrgico. 

Deficit de Equilíbrio

Deficit de Equilíbrio

O equilíbrio consiste em manter o centro de gravidade dentro de uma base de suporte que proporcione maior estabilidade nos segmentos corporais durante situações estáticas e dinâmicas.  A manutenção do equilíbrio do corpo no espaço é um fenômeno complexo que depende da integração de vários sistemas como: sistema motor, sensibilidade proprioceptiva, aparelho vestibular, visão, cerebelo dentre outros. A falha ou lesão de um ou mais sistemas, leva a um deficit de equilíbrio.A queda é uma das principais consequências da falta de equilíbrio, e a fisioterapia e a atividade física constituem ferramentas importantes para prevenir e/ou minimizar esses déficits. 

      

Deformidades dos Dedos

Deformidades dos Dedos

Podemos ter deformações congênitas ou adquiridas dos dedos dos pés. As mais comuns são a variação na quantidade: Polidactilia, quando nascemos com dedos a mais; oligodactilias, quando nascemos com dedos a menos ou ainda sindactilias, quando existe um dedo colado ao outro. Outras deformações são comuns às patologias reumáticas, como "dedos em ventania", que são dedos desviados para um lado; "dedos em garra", têm o formato de uma garra; o "quinto dedo varo", quando este dedo monta sob o quarto; e ainda as variações do Hallux (o grande dedo do pé), que consistem do Hallux valgo, flexo ou estendido. 

Dermatite de Contato Irritativa Aguda

Dermatite de Contato Irritativa Aguda

Erupção eczematosa produzida por exposição local a substância irritante primária. Substâncias comuns que produzem reação inflamatória na pele incluem sabonetes duros, alvejantes, detergentes, ácidos, álcalis, saliva e urina. Esta reação ocorre em todos aqueles expostos à substância irritante, com variação na severidade da dermatite dependendo da condição da pele ao tempo da exposição, potência do irritante, localização da erupção e fatores locais, como transpiração e amaciamento. 

Discrepância de Membros

Discrepância de Membros

Desigualdade de membros inferiores (DMI) está presente em cerca de 70% da população geral, podendo ser do tipo estrutural onde existe diferença no comprimento de estruturas ósseas, ou funcional, como resultado de alterações mecânicas dos membros inferiores. A desigualdade pode ainda ser classificada quanto a sua magnitude, sendo discreta, moderada, ou grave. As desigualdades discretas têm sido associadas especificamente à fratura por estresse, dor lombar e osteoartrite, e quando uma desigualdade está presente em indivíduos cuja sobrecarga mecânica é acentuada pela sua prática profissional, diária ou recreativa, estas alterações ortopédicas podem se manifestar precoce e gravemente. 

Doenças do Sesamóide

Doenças do Sesamóide

Os principais distúrbios que observamos nos ossos sesamóides são inflamação, fraturas, artrose, lesões por estresse e osteonecrose. Existem vários mecanismos de lesão possíveis, como pequenos traumas repetitivos na planta dos pés, queda sobre o pé, achatamento do pé (como quando a roda de um carro passa sobre ele) e outros. A patologia é diagnosticada pelo médico através de exame radiológico. Assim como em tantas outras disfunções dos pés, o uso de palmilhas de silicone trás o alívio e conforto. 

Edema

Edema















Edema é o acúmulo anormal de líquido no espaço intersticial. Ele é constituído por uma solução aquosa de sais e proteínas do plasma, cuja exata composição varia com a causa do edema. Quando o líquido se acumula em todo o corpo, caracteriza-se o edema generalizado. Quando ocorre em locais determinados o edema é localizado, como por exemplo o edema nas pernas de pessoas com varizes.

Existem três tipos de edema: o edema comum, o linfedema e o mixedema.Edema Comum é composto de água e sal, quase sempre é generalizado. O linfedema é o edema cuja formação deve-se ao acúmulo de linfa. Ele ocorre nos casos em que os canais linfáticos estão obstruídos ou foram destruídos, como nas retiradas de gânglios na cirurgia de câncer do seio. O esvaziamento ganglionar facilita o surgimento do edema no braço. Outro exemplo de linfedema é a elefantíase, que se acompanha de grande deformação dos membros inferiores.O mixedema é outro tipo de edema de características especiais por ser duro e com aspecto da pele opaca, ocorrendo nos casos de hipotireoidismo. No mixedema, além da água e sais, há acúmulo de proteínas especiais produzidas no hipotireoidismo.Clinicamente, o edema pode ser um sinal de doença cardíaca, hepática, renal, desnutrição grave, hipotireoidismo, obstrução venosa e linfática.

Cada uma dessas doenças tem suas características e as pessoas apresentam queixas especiais.Na insuficiência cardíaca, além da falta de ar, o edema começa pelos membros inferiores e pode se expandir para dentro do pulmão (edema pulmonar) e do abdome (ascite). Na doença cardíaca ele é causado pela falta de força do coração para fazer o sangue circular.Na doença hepática e na desnutrição, a causa é a falta da albumina do plasma. A albumina mantém os líquidos circulando. Quando a albumina está diminuída, abaixo de 2,5g% no sangue, não consegue mais manter a água dentro dos vasos e esta se difunde pelos tecidos.Na doença renal, o edema é devido a retenção de água e sal que não são eliminados convenientemente.Na obstrução venosa e linfática, o sangue e a linfa têm dificuldades de circular e se acumulam nos tecidos.No hipotireoidismo, além da retenção de água e sal, há uma proteína associada que infiltra os tecidos (mixedema).
   
  

Encurtamento de perna

Encurtamento de perna

 

Epifisite Posterior do Calcâneo

Epifisite Posterior do Calcâneo

Enfermidade de início insidioso e gradual. Este quadro inicia-se aproximadamente aos 8 anos de idade. O primeiro sintoma observável é a dificuldade em apoiar o pé no chão após uma caminhada, a palpação do calcanhar é dolorosa. O tratamento consiste do uso de calçados que deixem o calcanhar mais elevado e palmilhas que o amorteçam, podendo ser associado a antiinflamatórios. Com estas intervenções geralmente é obtida a completa resolução da patologia.

Escoliose

Escoliose





Escoliose é uma curvatura anormal na coluna vertebral fazendo com que o indivíduo fique com uma aparência corcunda. A gravidade da doença depende do grau da curvatura, e de quando começaram os sintomas. Quanto mais grave a curvatura, maior a probabilidade de piora do quadro.Existem muitas causas para a escoliose, mas cerca de 80% a 85% dos jovens com essa patologia apresentam escoliose Idiopática, ou seja, que a ciência ainda não descobriu a causa. Escoliose idiopática pode afetar os membros de uma mesma família tendo então associação genética e fatores hereditários. Entretanto, ainda não se sabe o porquê do desenvolvimento das curvaturas da coluna, e também porque algumas curvas progridem mais do que outras. A escoliose pode ocorrer em crianças perfeitamente saudáveis e geralmente acomete as meninas com frequência de 5 a 8 vezes maior do que nos meninos.A escoliose também pode ocorrer devido a doenças neurológicas e musculares tais como paralisia cerebral, distrofia muscular e poliomielite. Estes tipos são chamados de Escolioses Neuromusculares, e têm um comportamento completamente diferente das curvas escolióticas Idiopáticas. Além disso, existem outras possíveis causas de escoliose: Anomalias na formação ou da divisão das vértebras que se apresentam desde o dia do nascimento, chamadas Escolioses Congênitas. Além dessas causas já apresentadas, doenças do tecido conjuntivo como, por exemplo, a síndrome de Marfan e/ou anomalias cromossômicas como a síndrome de Down, também podem cursar com escoliose, sendo consideradas Escolioses Sindrômicas, de frequência ainda menor.
  

Espasmo Muscular

Espasmo Muscular










Espasmo muscular é por definição uma contração súbita e involuntária de um músculo ou de um grupo de músculos, acompanhada por dor e restrição nos movimentos. Através de estímulos, ocorre a função muscular de contração e relaxamento. Se o músculo ao se contrair e relaxar não retornar ao seu tamanho original, um constante estado de tensão muscular residual permanecerá, originando uma redução da elasticidade muscular.Por razões adversas, as contrações musculares aumentam, onde, através de um mecanismo cíclico, diminuem ainda mais a elasticidade do músculo. Seguindo nesta progressão, resulta-se numa série de sintomas que variam desde restrição nos movimentos sem dor,  até a dor agonizante incapacitante.  A presença do espasmo muscular se relaciona muito à tensão emocional. O tratamento indicado é a movimentação orientada do músculo, alongamento segmentado, e compressas quentes. 
 

Espondilite Anquilosante

Espondilite Anquilosante

É uma doença reumática caracterizada pela inflamação e anquilose especialmente da coluna vertebral e articulação sacroilíaca, podendo acometer em também articulações mais periféricas como os tornozelos. Esta enfermidade tem maior prevalência entre homens jovens, um diagnóstico precoce pode evitar anos de dor e incapacidade. Seu tratamento consiste do uso de antiinflamatórios prescritos pelo médico e fisioterapia, melhorando a qualidade de vida.  

Espondilolistese

Espondilolistese

Espondilolistese é o deslizamento de uma vértebra sobre a vértebra de nível seguinte, no sentido anterior, posterior ou lateral, provocando um desalinhamento da coluna, o que geralmente ocasiona dor ou irritação de raiz nervosa, com seus sintomas correspondentes, tais como alterações da sensibilidade, formigamento, e dormência.A espondilolistese ocorre com maior frequência nas 4a e 5a vértebras lombares (L4 e L5) e, principalmente, em pacientes que participam de atividades que aumentam o estresse nesta região, como ginastas, dançarinos e jogadores de futebol. A forma degenerativa da espondilolistese ocorre em idosos na maioria das vezes e é provocada pelo desgaste das articulações entre as vértebras, o que faz parte do quadro geral de degeneração da coluna com a idade. 

Esporão de Calcâneo

Esporão de Calcâneo

O esporão de calcâneo se caracteriza pela formação de uma proeminência óssea, mais conhecida como espícula óssea, Essa espícula pode se desenvolver na parte inferior (mais comum) ou posterior do calcâneo. O calcâneo é o osso de maior tamanho em toda a estrutura óssea do pé e suporta todo o peso do corpo, sofrendo um impacto intenso e constante, levando a microtraumas, e consequentemente a calcificação e formação do esporão de calcâneo.Outra causa frequente, dá-se pelo encurtamento dos músculos da panturrilha (Tríceps Sural) gerando tensão na inserção do músculo no calcâneo. A tensão constante nessas estruturas começa a estimular formações ósseas e, a partir daí, surge o esporão de calcâneo.O esporão de calcâneo pode também estar relacionado à anatomia ou à biomecânica do pé de cada pessoa, assim como o tipo de calçado utilizado ou até mesmo a falta de mobilidade na própria articulação. Frequentemente o tratamento é conservador, fisioterapia, alongamentos, e utilização de calcanheiras de silicone para absorção do impacto e elevação do calcâneo afim de redistribuir o peso corpóreo, em ultimo caso é feito infiltrações de corticoides e anti-inflamatórios. A cirurgia para retirada do esporão só é considerada em casos extremamente dolorosos que não melhoraram com o tratamento conservador. 

  

Fadiga Muscular

Fadiga Muscular















A fadiga muscular pode ser definida como declínio da tensão muscular com a estimulação repetitiva e prolongada durante uma atividade. A tensão muscular é o que mantém a musculatura do corpo rígida e ativa. Esta tensão é mantida por duas substâncias importantíssimas para o sistema muscular humano, o glicogênio muscular e a glicose sanguínea. As causas mais comuns para a fadiga muscular são: uma dieta hipoglicídica, e excesso de uso (over use), da musculatura.  O tratamento baseia-se em repouso, bolsas de água quente para relaxar a musculatura (muitas vezes durante a fadiga, nódulos de tensão na musculatura aparecem, os famosos Trigger Points, e o calor é importante para desativá-los). 
    

Fascite Plantar

Fascite Plantar

A fáscia plantar é um tecido que recobre a musculatura do pé, estendendo-se do calcanhar aos dedos. A fascite constitui-se da inflamação deste tecido. Esta patologia acomete principalmente mulheres na faixa etária dos 40 aos 50 anos e está bastante relacionada com obesidade. O indivíduo com fascite plantar queixa-se de dor na planta dos pés, especialmente durante os primeiros passos logo ao acordar, pois neste momento os tecidos da planta do pé estão mais encurtados. Outra queixa comum é piora do quadro após a prática esportiva, ou ter passado longos períodos de pé. Este quadro será bastante atenuado pelo uso de palmilhas de silicone e alongamento diário do tendão de Aquiles e da fáscia plantar. 

Fratura de Estresse

Fratura de Estresse

Este tipo de fratura é bastante comum em atletas, e ocorre quando o indivíduo submete seu osso normal à cargas anormais. O osso saudável sofre quando forças de tensão, compressão ou rotação são aplicadas constantemente sobre ele. Este quadro se inicia com pequenas fissuras nas regiões que estão sofrendo maiores tensões, que não chegam nem mesmo a ser visíveis ao Raio-X. Persistir com as atividades faz com que estas fissuras vão avançando até culminarem com a fratura de estresse. Essa lesão normalmente é descoberta antes da existência de uma fratura real, pois a dor da microfratura é um sinal importante a ser respeitado e faz com que a pessoa diminua sua carga de esforços. O planejamento adequado das atividades físicas, o uso do calçados adequados, órteses e palmilhas de silicone de absorção impacto trarão melhora do quadro e devem ser acompanhado pelo fisioterapeuta e educador físico. 

Fraturas

Fraturas





Uma fratura óssea é a perda da continuidade de um osso, que o divide em dois ou mais fragmentos. As fraturas ósseas são acontecimentos muito frequentes. Embora haja várias causas acidentais de fraturas, cerca de 40% das fraturas acontecem no ambiente doméstico. Algumas fraturas são tão simples que nem chegam a ser percebidas ou resolvem-se espontaneamente, mas outras podem ser tão graves que acarretam risco de morte.Os traumatismos que incidem sobre os ossos com forças superiores a sua capacidade de deformação são as causas mais frequentes de fraturas. Isso acontece, sobretudo, em quedas, pancadas e acidentes, mas há também fraturas que ocorrem devido a impactos mínimos ou até espontaneamente, chamadas fraturas patológicas, as quais se devem a um anormal enfraquecimento dos ossos, devido à osteoporose ou a tumores ósseos.O tratamento das fraturas ósseas depende do tipo e das características delas, mas a cirurgia deve ser considerada como a última opção, reservada para casos especiais como fraturas expostas ou complicadas. O tratamento conservador procura favorecer condições para que ocorra o processo natural de reparação do osso e é variável conforme o osso que tenha sido atingido e o tipo de lesão em causa. Nas fraturas em que tenha havido desvio ósseo é necessário fazer-se a redução da fratura, exercendo tração sobre o membro afetado e fazendo com que as extremidades ósseas voltem a ficar alinhadas e na sua posição anatômica natural. Depois desse alinhamento, o membro afetado deve ser imobilizado, para que não haja dor e possa ocorrer uma reparação da fratura, o que pode ser feito por vários meios. O mais frequente é que seja usada uma tala ou bota imobilizadora ou o suporte com ligaduras elásticas. Conforme o osso atingido ou o tipo de fratura, essa imobilização pode variar de três a oito semanas, ou ainda mais.   
  
 

Gota

Gota

Nesta patologia ocorre um excesso dos níveis de ácido úrico no sangue. O cristal de urato se deposita nos tecidos e em especial nas articulações, causando uma inflamação. Os "tofos" são característicos da doença e consistem de locais de grande depósito do cristal. A incidência é muito maior em homem que mulheres. A articulação envolvida torna-se quente, avermelhada, dolorosa e inchada. É comum que as primeiras crises acometam somente uma articulação. Os pés costumam ser o primeiro local a ser atingido, com dores se iniciando abruptamente a noite ou de madrugada. O tratamento é medicamentoso, associado à dieta pobre em ácido úrico. Também se faz indicado o uso de pequenas órteses para anular atrito entre os "tofos". 

Hallux Rígido

Hallux Rígido

É a denominação que damos para a artrite degenerativa da articulação metatarsofalangiana do hallux (o grande dedo do pé). Esta enfermidade diminui a amplitude da passada e altera a biomecânica, pois, o dedão do pé não tem boa mobilidade e torna-se doloroso. É bem característico de doenças reumáticas. O uso de sapato com câmara interior mais espaçosa e palmilhas de silicone trás alívio da dor. Em casos mais severos a cirurgia é necessária. 

Hernia Umbilical

Hernia Umbilical





Hérnias umbilicais ou paraumbilicais, aparecem em volta do umbigo e são geralmente causadas pela passagem de alguma alça intestinal através do tecido muscular. Sua incidência é maior nos bebês e podem desaparecer espontaneamente.
  

Hiperqueratose

Hiperqueratose









A hiperqueratose corresponde a um espessamento da parte mais superficial da epiderme, designada por camada córnea. A este nível, as células estão fortemente carregadas de queratina, uma proteína que lhes confere um aspecto seco e muito duro. Em certos casos, ocorre endurecimento e secura da pele, com  acumulação anormal de queratina.A hiperqueratose é um fenômeno fisiológico adaptável que visa reforçar a resistência da epiderme através da produção acelerada de células fortemente queratinizadas. Por esta razão, andar descalço ou realizar um trabalho manual intenso gera, de forma reflexa, um espessamento da planta dos pés e das palmas das mãos. Este fenômeno possui um efeito protetor benéfico mas cria desconforto ao nível da superfície da pele que se tornou áspera, rugosa e sujeita a fissuras.   
    

Hipotrofia

Hipotrofia


















É a redução no volume de uma célula pela perda de alguns de seus componentes estruturais o que consequentemente vai diminuir sua função e o tamanho do órgão como um todo. 
Existem dois tipos de hipotrofia: a fisiológica e a patológica. 
Hipotrofia Fisiológiaca: ocorre, por exemplo, na hipotrofia do ducto tireoglosso e da notocorda no período embrionário ou hipotrofia do útero pós-parto, pode ser considerada também no caso de senilidade já que com o avanço da idade existe uma redução da atividade metabólica. Esse tipo de distúrbio celular por ser programado pelo organismo, ou generalizado no caso da senilidade e não afeta a função dos tecidos. 
 
Hipotrofia patológica: depende da causa e pode ser localizada ou generalizada.
I. Diminuição da carga / hipotrofia por desuso: rápida diminuição do tamanho das células musculares quando um membro é imobilizado, o que volta ao normal com o fim da imobilização.
II. Perda da inervação: hipotrofia das fibras musculares inervadas por um conjunto de nervos que perderam sua função como, por exemplo, na poliomielite.
III. Diminuição do suprimento sanguíneo (isquemia): em idosos pela formação de placas de ateroma nos vasos sanguíneos da base do encéfalo ocorre redução do suprimento sanguíneo para o cérebro resultando em hipotrofia de suas células.
IV. Nutrição inadequada, inanição: no marasmo (desnutrição protéico-calórica acentuada) ocorre uso das proteínas musculares como fonte de energia já que as demais reservas foram esgotadas causando hipotrofia muscular (caquexia) e na anorexia nervosa.
V. Perda da estimulação endócrina: perda estimulação estrogênica na menopausa resulta em hipotrofia fisiológica do endométrio, epitélio vaginal e seios.
VI. Envelhecimento/hipotrofia senil: bem visível em tecidos com células permanentes como cérebro e coração, porém quando não causa prejuízo pode ser considerada uma hipotrofia fisiológica.
VII. Hipotrofia por compressão: um tumor benigno ao crescer pode causar hipotrofia dos tecidos circundantes devido à isquemia induzida por essa massa em expansão nesses tecidos.
VIII. Inflamação crônica: como a que ocorre na mucosa gástrica em pacientes com gastrite crônica.
IX. Substâncias tóxicas: algumas substâncias tóxicas para o tecido podem causar o bloqueio do sistema enzimático ou a produção de energia para a célula.
 
 
   
    

Incontinência Urinaria

Incontinência Urinaria

Incontinência urinária é a perda involuntária da urina pela uretra. A incidência masculina aumenta com a idade, mas não aumenta apenas em função da idade, estando diretamente relacionada com outras enfermidades como inchaço da próstata, cancro da próstata e condições neurológicas como a doença de Parkinson e de Alzheimer. Em menor extensão, a incidência da diabetes e de peso em excesso, assim como outros factores de risco, aumentam a incidência da incontinência urinária no homem.   
 

Insuficiência Venosa

Insuficiência Venosa

É uma anormalidade do funcionamento do sistema venoso causada por incompetência de suas válvulas. A doença leva a formação de edema em membros inferiores, hiperpigmentação, varizes e sensação de peso nas pernas. Em casos mais graves há formação de úlceras. O portador da doença precisa de uma série de cuidados para melhora da qualidade de vida. A elevação constante das pernas e o uso de meias compressivas trás bastante alívio dos sintomas 

Joanete

Joanete

O hallux valgo, comumente conhecido como joanete, é um dos problemas mais comuns dos pés. É caracterizado por um desvio lateral do hallux (dedão do pé), causando uma proeminência na região interna dos pés, que sofre um atrito constante com os calçados, levando à inflamação e dor local. Neste quadro é natural que as estruturas vizinhas sofram, apresentando deformidades também. Algumas pessoas herdam de suas famílias a tendência para desenvolver o joanete e desde a juventude iniciam sua formação. Certamente, para estas pessoas, o uso de calçados estreitos e com saltos altos é muito mais prejudicial. Outros fatores participam da sua formação como o formato dos dedos e reumatismos. O conforto na deformidade já instalada é obtido através de sapatos com câmaras mais amplas e uso de órteses confortáveis que encaixam nos pés, são eles corretivos e protetores para joanete utilizados durante o dia ou enquanto dorme. No início a deformidade é redutível, mais tarde, torna-se resistente à mobilização. O uso de órteses tem bons resultados, evitando a progressão do quadro. Em casos mais graves, fazem-se necessárias cirurgias corretivas.  

Joanete no 5º Dedo

Joanete no 5º Dedo

A joanete do 5º dedo é uma deformidade também conhecida como "joanete do alfaiate". É caracterizada pelo excesso de varismo do dedo mínimo, com conseqüente aparecimento de uma proeminência na região lateral do pé, que sofre com calosidades, inflamação crônica e bursite relacionada ao atrito constante da região com o calçado. Além de alterações anatômicas exclusivas de cada pé, o uso de sapatos inadequados, com bico muito fino e salto muito alto também propiciam a ocorrência deste tipo de lesão. O tratamento consiste da adequação dos calçados associada ao uso de órteses que façam o acolchoamento da região afetada. Em alguns casos com deformidades mais acentuadas é indicada intervenção cirúrgica. 

Joelho Hiperestendido ou Geno Recurvato

Joelho Hiperestendido ou Geno Recurvato

É a projeção do joelho pra traz, fazendo com que a linha de gravidade passe bem à frente dos joelhos. É causado pela hipertrofia da musculatura extensora dos joelhos (reto femoral, vasto medial, vasto intermédio, vasto lateral), ou pela frouxidão ligamentar (característica de alguns indivíduos).
  

Lesões Ligamentares

Lesões Ligamentares

Os estiramentos ou entorses são traumas bastante comuns causados por uma tensão brusca dos ligamentos. Geralmente são provocados por atividade esportiva ou queda. O motivo da lesão é facilmente identificado pelo paciente. O local que sofreu a lesão fica dolorido, podendo haver presença de edema e hematoma de acordo com a gravidade da lesão. Os sintomas normalmente não são muito intensos, mas predispõe à entorses de repetição. O tratamento imediato consiste do repouso, podendo fazer uso de uma tala imobilizadora, aplicação de gelo e uso de antiinflamatórios prescritos pelo médico. Cirurgias raramente são necessárias. A evolução do quadro com dor, fraqueza muscular e instabilidade é indicação da necessidade de fisioterapia e uso de palmilhas.

Lesões na Pele

Lesões na Pele













Lesões por fricção são feridas traumáticas provocadas por fricção isolada ou acompanhada de cisalhamento, que afetam especialmente os idosos. Estão relacionadas à separação entre as camadas epiderme e derme (ferida de espessura parcial) ou à separação de ambas as camadas subjacentes (ferida de espessura total). Os locais mais comuns para a ocorrência dessas lesões são as extremidades superiores, outras áreas comuns são as extremidades inferiores, dorso e glúteos. Alguns pacientes apresentam maior risco à ocorrência de lesões, dentre os quais estão as pessoas debilitadas e dependentes, com mobilidade e nutrição comprometidas, com pele frágil, como os idosos. Pacientes dependentes, que necessitam de auxílio para as suas atividades de vida diária, também são vulneráveis, nos quais as lesões podem resultar de atividades rotineiras, tais como banhar-se e vestir-se, e durante o processo de transferência.
 

Luxação Recidivantes dos Fibulares

Luxação Recidivantes dos Fibulares

Ocorre quando os tendões fibulares se deslocam do seu canal, tornando-se visíveis abaixo da pele. É bastante simples reposicioná-los, porém as recidivas são constantes quando não é feito o tratamento adequado. O quadro clínico é de dor na região posterior e externa do pé, impedindo a realização das atividades usuais do indivíduo. O tratamento conservador consiste do uso de tala elástica na posição correta durante um mês. Não sendo eficaz, é indicado o tratamento cirúrgico.

Luxações e Subluxações

Luxações e Subluxações

A luxação consiste no deslocamento dos segmentos ósseos que compõem uma articulação, provocando a sua desunião, sendo normalmente acompanhada por lesões nos ligamentos e na cápsula articular.

Na luxação completa, os segmentos ósseos que constituem a articulação ficam completamente desunidos, enquanto que na denominada luxação incompleta ou subluxação, a desunião dos segmentos ósseos é muito breve

 

Embora, por vezes, a extremidade do osso deslocado fique no interior da cápsula articular (luxação intracapsular), existem casos em que fica no exterior da mesma (luxação extracapsular).

Em qualquer dos casos, o sintoma inicial é o aparecimento de dor, imediatamente após o acidente, que dificulta ou impede qualquer tentativa de movimentação articular.

A principal causa de luxação consiste em um traumatismo violento que provoca uma insuficiência nos elementos de sustentação da articulação (ligamentos, cápsula articular, tendões e músculos) e o deslocamento do osso, que deixa de estar unido à articulação.

Em alguns casos, a luxação é originada pela deterioração dos elementos de sustentação da articulação, consequente de uma doença (artrite, tumores, paralisia, etc.), ou devido a uma malformação congênita.

Embora praticamente todas as articulações possam ser afetadas por luxações, esta lesão é mais frequente em algumas localizações. De fato, a luxação mais comum é a do ombro, uma articulação que tem uma grande atividade funcional e cuja anatomia específica, com uma reduzida superfície de contacto entre a cabeça do úmero e a cavidade glenoide, o que torna esta articulação pouco estável.

Outra articulação bastante afetada, é a do tornozelo, associado a calçados de salto, pisos irregulares, obesidade e característica dos pés (plano ou cavo)

 

O primeiro passo do tratamento consiste na redução da luxação, ou seja, na recolocação do osso deslocado na sua posição anatômica o que pode ser feito através de uma série de manipulações, realizadas após a administração de analgésicos ou a aplicação de anestesia local.

A segunda fase consiste em manter a articulação afetada imobilizada durante algumas semanas, através de uma bota imobilizadora, imobilizador de tornozelo, ou talas, de modo a garantir a reparação dos tecidos moles. Depois costuma-se recomendar a prática de fisioterapia, com o objetivo de se obter a completa recuperação funcional da articulação lesionada, o que costuma levar entre dois a três meses. 

 

Mal de Hanglund

Mal de Hanglund

A deformidade de Haglund, também conhecida como Síndrome de Haglund, consiste em um alargamento ósseo na parte posterior do calcanhar, resultando na irritação do tecido mole localizado próximo ao tendão de Aquiles, quando este alargamento entra em atrito com os calçados. Consequentemente, pode ocorrer a inflamação da bursa (bursite), que é uma pequena bolsa contendo líquido que envolve as articulações, atuando como um amortecedor entre os ossos.

Esta deformidade é mais comumente observada em mulheres jovens, devido ao uso de sapatos altos e apertados; todavia, também pode acometer homens. O uso constante de calçados duros leva ao agravamento da sintomatologia.

Esta afecção pode ser bilateral e as manifestações clínicas iniciam-se com um ponto sensível, endurecido e ligeiramente avermelhado na região posterior do calcanhar. Quando a mesma aumenta de tamanho, a bursa inflamada mostra-se como uma proeminência avermelhada sob a pele do calcanhar, levando à dor no local. Quando o distúrbio torna-se crônico, pode ocorrer o endurecimento do inchaço.

 

Mal Perfurante Plantar

Mal Perfurante Plantar

O mal perfurante plantar é uma ulceração crônica em áreas anestésicas por trauma ou pressão. Esta ulceração é bem comum em portadores de hanseníase e diabetes mellitus.

As úlceras plantares em pacientes com hanseníase e diabetes não ocorrem, exatamente, por causa da doença, mas sim devido aos efeitos neuropáticos sobre os pés. Isto aumenta o risco de trauma para os pés dos pacientes, levando ao desenvolvimento de úlceras crônicas de difícil cicatrização, principalmente se não aliviar a pressão, causada pela pisada, sobre a úlcera. 

 

Mastectomia

Mastectomia










A mastectomia é a remoção da mama através de uma cirurgia indicada para mulheres diagnosticadas com câncer de mama, mas a mastectomia também pode ser preventiva, isto é, ser realizada para diminuir o risco da mulher desenvolver o câncer de mama.Mastectomia simples Na mastectomia simples são retiradas somente as glândulas mamárias e a aponeurose no músculo peitoral maior.  Ela é mais indicada em caso de carcinoma in situ (bem localizado) descoberto precocemente.Mastectomia preventivaA mastectomia preventiva consiste na retirada da mama como forma de prevenção do câncer de mama. Ela é indicada quando a mulher já teve um câncer de mama numa das mamas, como forma de prevenção da outra mama, ou para mulheres que apresentam elevado risco de desenvolver o câncer de mama. Mastectomia radical na mastectomia radical retira-se toda a glândula mamária, o músculo peitoral e os linfonodos da região da axila. Na mastectomia radical modificada são retiradas as glândulas mamárias e a os linfonodos axilares e o músculo peitoral maior é mantido, neste caso ela é chamada de mastectomia radical modificada Patey e quando os músculos peitoral maior e menor são preservados, ela deve ser chamada de mastectomia radical modificada de Madden. 
  

Metatarsalgia

Metatarsalgia

É a dor que ocorre na região anterior do pé, onde temos 5 "ossinhos" chamados metatarsos. O problema pode estar relacionado a ossos, articulações, músculos, ligamentos ou tendões desta região. As causas mais comuns da metatarsalgia são traumas nos pés, SALTO ALTO, doenças articulares, doença dos sesamóides e tumoração de partes moles. É necessário tratamento de acordo com a sua patologia de base. O uso de palmilhas de descompressão e elevação do botão metartasal apresentam ótimos resultados, quanto aos sapatos, é necessário a interrupção ou grande redução do uso de salto alto e priorizar solados que evitem demasiado movimento nos metatarsos. 

Micoses

Micoses

As Micoses de superfície são infecções provocadas por fungos que podem atingir pele, mucosa, unha e couro cabeludo. A possibilidade de transmissão é bastante grande. Fungos podem conviver com o organismo humano durante anos sem provocar alterações quando encontram condições favoráveis ao seu crescimento (calor, umidade, baixa imunidade, uso de drogas por longos períodos, etc), começam a provocar disfunções. Os pés são a região do corpo mais comumente atingida pelos fungos, pois são a base do nosso corpo. A micose faz com que o contorno das unhas fique inflamado, dolorido, inchado e avermelhado. O tratamento deve ser realizado com ação conjunta do dermatologista e podólogo. 

Neuroma de Morton

Neuroma de Morton

É uma compressão de um ramo nervoso, mais freqüente no terceiro espaço digital. Tem maior incidência em mulheres, e costuma acometer apenas um dos pés. Causa inchaço, perda de sensibilidade e dor debilitante que dificulta a descarga de peso sobre o pé acometido. Alguns casos são resolvidos com tratamento conservador, as intervenções mais comuns são o uso de palmilhas para descarga de pressão na região afetada, calçados confortáveis e injeções de corticoesteróides. Com a complicação do quadro, caminhar provoca ardência e formigamento dos dedos, nestes casos o alívio só é obtido mesmo através da cirurgia. 

Neuropatia Periférica

Neuropatia Periférica

As alterações relacionadas com a neuropatia periférica nos pés cursam de desordens autonômicas, sensoriais e motoras. Suas causas são diabetes, hanseníase, o alcoolismo e a AIDS. O acometimento tende a ser bilateral e simétrico. As queixas costumam alternar entre dor, ausência da percepção da dor, perda da sensibilidade tátil e térmica, pele muito seca, com fissuras, maior predisposição a infecções, atrofia e deformidade dos pés. Certos cuidados previnem a piora do quadro. Colocar os pés sobre travesseiros, em posição elevada, pois o paciente não percebe a necessidade de movimentar os pés para não formar úlceras, estar atento a objetos estranhos dentro dos sapatos e com calçados novos, pois locais com pressão excessiva não serão identificados pelo indivíduo. 

Onicodistrofias

Onicodistrofias

São alterações que ocorrem às unhas. Existem várias manifestações possíveis. A fragilidade ungueal faz com que as unhas amolecem e se desprendam dos dedos. As alterações de cor; fazem com que tenhamos unhas com manchas esbranquiçadas, esverdeadas ou pretas. Alterações de formato; onde temos as unhas muito curtas, relacionado a fatores hereditários, ou na forma de "vidro de relógio", relacionada a alterações cardiopulmonares. E ainda as "onicografoses", quando temos unhas com a espessura aumentada. 

Osteopenia e Osteoporose

Osteopenia e Osteoporose

Classifica-se osteopenia quando a massa óssea é de 10% a 25% menor que a considerada normal. Mais do que isso, classifica-se como osteoporose.Osteoporose é uma condição metabólica que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea e aumento do risco de fraturas.Para entender o que acontece, é preciso lembrar que os ossos são compostos de uma matriz na qual se depositam complexos minerais como cálcio. Outra característica importante é que eles estão em constante processo de renovação, já que são formados por células chamadas osteoclastos encarregadas de reabsorver as áreas envelhecidas e, os osteoblastos, cuja função é produzir ossos novos. Esse processo permanente e constante possibilita a reconstituição do osso quando ocorrem fraturas.Há um conjunto de fatores que influenciam e favorecem o desenvolvimento da Osteoporose: menopausa, envelhecimento, hereditariedade, dieta pobre em cálcio, excesso de fumo e álcool, imobilização prolongada, e medicamentos tipo corticoides por uso prolongado.A Osteoporose pode não provocar sintomas, a dor pode acontecer em consequência de fratura, que pode ocorrer espontaneamente, principalmente em coluna, quadril e punho. O osso fica tão fraco que pode haver achatamento da vértebra, encurvamento da coluna (corcunda) e diminuição da altura.O exame mais adequado para o diagnóstico da osteoporose é a densitometria óssea, que permite avaliar o estágio da doença e serve como método de acompanhamento do tratamento. 

Pé Calcâneo

Pé Calcâneo

Deformação caracterizada por uma flexão dorsal do pé exagerada; o indivíduo apoia o calcanhar e tem uma tendência a levantar a parte anterior do pé; é todavia um caso mais raro. O uso de órteses é aconselhado para fins corretivos ou de ajuda à locomoção.

Pé Cavo

Pé Cavo

Esta alteração postural consiste do aumento da curvatura plantar. Ocorre uma alteração na distribuição do peso no pé perdendo o apoio na região medial, concentrando o peso em outras áreas. Este processo continuado tende a desencadear a fascite plantar pelo estresse que acomete a fáscia da planta do pé. Para solucionar esta patologia obtem-se ótimos resultados com o RPG (modalidade da fisioterapia), uso de palmilhas que uniformizam a distribuição de peso e ainda calçados que propõem a correção do problema.  

Pé com Artrite Reumatóide

Pé com Artrite Reumatóide

A artrite reumatóide é caracterizada por uma inflamação persistente das articulações, que afetam também os pés. O portador da doença queixa-se de rigidez com duração de cerca de 1 hora após acordar e fadiga ao final do dia. Em casos mais graves raízes nervosas são acometidas, e o indivíduo pode sentir um formigamento como se estivesse usando botas. Os sintomas podem ser atenuados, mas a doença ainda não tem cura. O conforto dos pés pode ser obtido através de órteses de silicone e sapatos confortáveis. O acompanhamento do reumatologista e fisioterapeuta mantêm a qualidade de vida. 

Pé de Atleta

Pé de Atleta

A associação das micoses com certos tipos de bactérias e fungos dá origem à frieira ou pé de atleta. Este problema acontece quando permitimos que os pés fiquem úmidos e abafados, criando um ambiente propício para a proliferação destes microorganismos. Cuidados básicos previnem o problema, como evitar uso contínuo de sapatos fechados, lavar os tênis após os exercícios, não guardar os calçados em locais abafados, uso de meias de algodão, enxugar bem entre os dedos dos pés, não remover as cutículas e não usar esmaltes por longos períodos. É importante o acompanhamento do dermatologista e podólogo associado aos cuidados preventivos. 

Pé de Charcot

Pé de Charcot

Consiste de uma série de fraturas e deslocamentos dos ossos que ocorrem como resultado de pequenos traumatismos. A patologia consiste de um dos problemas mais sérios do pé diabético, podendo levar ao desabamento do arco plantar. O quadro progride aos poucos a partir de uma estória de trauma leve nos pés, onde se inicia um quadro de edema e vermelhidão, podendo evoluir para fragmentação óssea se a pessoa persistir em caminhar nesta fase. É necessário muito cuidado para evitar a formação de úlceras devido à deformações da curvatura dos pés. O indivíduo necessita de sapatos e palmilhas afim de conter a evolução da deformidade. 

Pé Diabético

Pé Diabético

O pé diabético é um termo muito utilizado na prática médica diária e traduz sucintamente alterações que ocorrem nos pés decorrentes de complicações do diabetes mellitus: a neuropatia diabética (alterações nos nervos periféricos), problemas circulatórios (micro e macroangiopatia diabética) e a infecção. O menor fluxo sangüíneo, a formação de feridas que se infeccionam e de difícil cicatrização (úlceras de perna) podem levar à gangrena. As complicações nos pés dos pacientes diabéticos são responsáveis por cerca de 25% das internações hospitalares destes pacientes. Os diabéticos têm motivos muito especiais para cuidar de seus pés. Níveis elevados de glicose no sangue por um longo tempo podem levar à perda de sensibilidade e dificuldades na circulação do sangue nos pés, podendo resultar também em danos severos nos nervos periféricos. Com isso, é possível não perceber um sapato apertado ou mesmo não sentir queimaduras, cortes e machucados, facilitando o aparecimento de infecções. As infecções, por sua vez, interferem no bom controle do Diabetes. O Cuidado diário dos pés é meticuloso e a escolha de um calçado pode ajudar a prevenir esses problemas. Inspecione diariamente os pés. 

Pé Equino

Pé Equino

É uma deformação do pé caracterizada pela flexão plantar permanente, de forma que a pessoa apoia apenas a parte da frente dos pés (antepé) e deixa o calcâneo numa posição elevada. O pé equino deve-se a paralização dos músculos flexores dorsais ou a contratura dos músculos flexores plantares, dado um desses casos quebra-se o equilíbrio dinâmico ddos múaculos resultando no apoio do antepé. Esta paralisia ou contratura é resultado de uma lesão neuromuscular que com reabilitação e uso de calçados ortopédicos tende a normalidade.

Pé Plano

Pé Plano

Também conhecido como pé chato, consiste numa alteração estrutural corporal que resulta na perda da curvatura do pé. Esta perda pode ser parcial ou total. Esta anomalia geralmente é congênita, mas também pode ocorrer por causa do desgaste dos músculos e articulações que ocorrem em idade mais avançada. Em muitos casos o pé plano não causa dor ou desconforto, sendo possível que o portador nem mesmo se dê conta desta alteração. No entanto, em outros casos, ele pode apresentar-se doloroso, especialmente quando os ossos passam a comprimir os nervos. O uso de palmilhas anti-impacto e modeladoras atenuam este problema, sessões de RPG também trazem ótimos resultados. 

Pé Talus

Pé Talus

Também conhecido como "pé em cadeira de balanço", o pé tálus é uma má formação congênita onde temos o osso escafóide luxado para cima do tálus. Esta pode ser a única mal formação do indivíduo, ou pode vir acompanhada de outras alterações como mielomeningocele, artrogirpose, luxação de quadril, etc. O importante nesta patologia é o diagnóstico precoce para realizar o tratamento imediato, pois a deformidade é totalmente corrigível. Também existem casos mais simples de origem postural que se corrigem de maneira espontânea nos primeiros dias de vida. Em casos um pouco mais resistentes são utilizadas palmilhas corretivas.

Pé Torto Congênito

Pé Torto Congênito

É uma deformidade de difícil tratamento, complexa e muito comum. Envolve ossos, músculos, tendões e vasos sangüíneos. O pé adota a posição eqüino-varo-supino, ou seja, calcanhar elevado, pé rodado para cima e voltado para dentro. O diagnóstico é feito no recém-nascido. O tratamento deve começar nas primeiras semanas de vida; quanto mais precoce, melhores os resultados. O trabalho consiste da manipulação e uso de gesso seriados e costuma ter bons resultados. Pés mais rígidos necessitam de procedimento cirúrgico e têm melhores resultados quando realizado entre os três meses e um ano de idade. Existe a possibilidade de recorrência da deformidade, nesses casos, novos procedimentos cirúrgicos são realizados. 

Pé Valgo e Varo

Pé Valgo e Varo

PÉ VALGO: É a projeção do calcâneo pra fora do corpo, fazendo com que o Tendão de Aquiles se projete para a parte interna do corpo. Os tornozelos vistos por traz podem se tocar facilmente ainda que o bordo medial dos pés estejam afastados.
PÉ VARO: É a projeção do Tendão de Aquiles para a parte externa do corpo, fazendo com que o calcâneo se projete pra dentro. 

Queda dos Metatarsos

Queda dos Metatarsos





O arco transverso do pé é formado pelos 5 metatarsianos. Com sua queda, as cabeças do 2º ao 4º metatarsianos passam a tocar o solo, ocorrendo a contratura do musculo adutor do hálux.Pode haver a formação do hálux valgus. O apoio anormal dos metatarsianos leva também à formação de calosidades plantares e à metatarsalgia crônica. A persistência dessas alterações leva à artrose precoce.

 

    

Queloides

Queloides










As queloides são respostas cicatriciais anômalas e exacerbadas, constituídas por lesões fibroelásticas salientes, de cores rosadas, avermelhadas ou escuras que podem ocorrer sobre quaisquer cicatrizes na pele.Os queloides parecem ter um forte componente genético e geralmente têm a sua formação no interior dos tecidos, em cicatrizes em que a pele tenha sofrido algum corte, abertura ou lesão; como em queimaduras, doenças como a varicela e a acne, arranhões, cortes cirúrgicos, feridas traumáticas, locais de vacinação. Os queloides se caracterizam pela produção exagerada de fibroblastos, que são células que produzem o colágeno. 
 

Rachaduras

Rachaduras

Estas fissuras costumam acontecer pela falta de hidratação dos pés. Esta alteração pode aparecer em qualquer clima, no frio ou calor. Quando a pele dos pés é agredida por fatores externos como o atrito com calçados ou falta de hidratação, é desencadeada uma reação de defesa, formando-se assim a hiperqueratose com ou sem fissuras. O surgimento de rachaduras tem varias causas como alterações ortopédicas, fatores hereditários, alterações do clima, relação com a psoríase, diabetes, doenças vasculares, micoses, andar descalço, usar calçados abertos nos calcanhares, etc. A melhor solução é hidratar bem a pele e o efeito é intensificado pelo uso de meias. 

Ruptura do Tendão de Aquiles

Ruptura do Tendão de Aquiles

É uma lesão muito relacionada à prática esportiva. O mecanismo são micro-traumatismos repetitivos que levam à degeneração local, associados a uma contração muscular brusca, culminando com a ruptura do tendão. Esta e muitas outras lesões relacionadas ao esporte podem ser prevenidas através do uso sobre tudo do bom senso, tomando pequenas precauções como aquecer realizando alongamentos antes da realização de esportes, não persistir com os exercícios se sentir dor, usar sapatos e palmilhas adequadas que amorteçam o impacto e evitar correr em superfícies muito duras e íngremes, esses e alguns outros fatores sobrecarregam o tendão de Aquiles. 

Síndrome do Canal Tarsiano

Síndrome do Canal Tarsiano

É a compressão do nervo tibial posterior quando de sua passagem pelo canal tarsiano. Qualquer lesão que reduza a luz deste canal, causará compressão de tendões, vasos e nervos. Certos fatores predispõe a esta compressão, como a caminhada prolongada, ou um pé com estrutura plana e valgo. O portador do problema apresenta dores, perda de sensibilidade e formigamento; com aumento dos sintomas durante a noite e afetando principalmente a região plantar e dedos. Em último caso é realizada a intervenção cirúrgica para descompressão. O tratamento mais comum é o uso de antiinflamatórios e antineuríticos.

Sindrome do Impacto

Sindrome do Impacto

 

A Síndrome do Impacto, popularmente conhecida por bursite do ombro, pode ser definida como o choque entre dois ossos comprimindo um dos tendões do ombro e ocorre durante o movimento de elevação do braço. Ela é mais comum após os 40 anos de idade e está associada a profissionais que utilizam, durante um período longo, o membro superior acima da linha do ombro, como os professores e os eletricistas.

Na sua fase inicial o paciente refere dor no ombro durante as atividades físicas. Se não for tratada, essa dor começa a aumentar podendo irradiar para o meio do braço, inclusive durante o período de repouso. Muitos pacientes queixam-se da piora da dor à noite e referem dificuldade para dormir.

Se não for tratado, o choque contínuo destes dois ossos vai levar a rotura dos tendões, principalmente do chamado supra-espinhal. Nesse caso teremos então o que chamamos de “Lesão do Manguito Rotador”, pois o conjunto de tendões que fecham a articulação do ombro chama-se manguito rotador.

Síndrome do Seio do Tarso

Síndrome do Seio do Tarso

Caracterizada por uma dor persistente no seio do tarso, com duração de meses ou anos. Normalmente existe um antecedente traumático no tornozelo, embora não seja uma regra. O indivíduo queixa-se de dor local e instabilidade do tornozelo, o tratamento consiste do uso de palmilhas para absorção de impacto e antiinflamatórios, sendo bastante eficaz na maioria dos casos. Quando não há uma boa resposta, o procedimento cirúrgico é realizado. 

Síndrome do Túnel do Carpo

Síndrome do Túnel do Carpo












Síndrome do túnel do carpo é uma neuropatia resultante da compressão do nervo mediano no canal do carpo, estrutura anatômica que se localiza entre a mão e o antebraço. Através desse túnel rígido, além do nervo mediano, passam os tendões flexores que são revestidos pelo tecido sinovial. Qualquer situação que aumente a pressão dentro do canal provoca compressão do nervo mediano e a síndrome do túnel do carpo.A causa principal da síndrome do túnel do carpo é a L.E.R. (Lesão do Esforço Repetitivo), gerada por movimentos repetitivos como digitar ou tocar instrumentos musicais. Existem também causas traumáticas (quedas e fraturas), inflamatórias (artrite reumatoide), hormonais e medicamentosas. Tumores também estão entre as possíveis causas da síndrome. O principal sintoma é a parestesia, uma sensação de formigamento, de dormência, que se manifesta mais à noite e ocorre fundamentalmente na área de enervação do nervo mediano.A evolução da síndrome dificulta manipular estruturas pequenas e executar tarefas simples como pregar um botão, enfiar uma agulha, segurar uma xícara.O tratamento leva em conta o grau de comprometimento da doença. Se for leve, indica-se a colocação de uma órtese para imobilizar o pulso e o uso de anti-inflamatório não-hormonal. Se não houver melhora, aplica-se cortisona dentro do canal do carpo.Esgotadas as possibilidades de tratamento clínico, é indicada a cirurgia. 
 

Tendinite e Bursite

Tendinite e Bursite

Tendões são cordas espessas e fibrosas que prendem os ossos aos músculos. Bursas são pequenos sacos localizados entre os ossos e outras estruturas moles como músculo, pele ou tendões. São denominadas de tendinites e bursites a inflamação dos tendões e bursas respectivamente. O quadro clínico é de rigidez e dor local, agravadas com o movimento. Este quadro a dor pode iniciardesde o hallux levando à dor ao dorso e planta do pé. Tendinites e bursites nos pés são bastante limitantes, pois dificultam a nossa locomoção. As causas mais comuns destas patologias são os traumas, fricções, calçados inadequados e impacto nos pés. O tratamento deve ser monitorado pelo médico e fisioterapeuta. O repouso articular, talas imobilizadoras, palmilhas de silicone e outras órteses para alívio da pressão e atrito são bem indicadas. 

Tríade Infeliz

Tríade Infeliz

Isto é, quando três estruturas no joelho, o ligamento cruzado anterior (LCA), ligamento colateral medial (LCM) e menisco medial (cartilagem) são todos lesionados ou danificados na mesma incidência.A causa mais comum para este tipo de lesão é quando o pé está fixo no solo e a força atinge o joelho na lateral, ou o indivíduo faz uma rotação brusca do corpo, levando a rotação do joelho e consequentemente lesões na articulação.
   

Tumoração do Calcâneo

Tumoração do Calcâneo

Tumores no tendão do calcâneo se apresentam como nódulos arredondados em suas fibras. Costumam ser indolores, causando apenas um incômodo discreto ao caminhar. O diagnóstico é obtido através de biópsia, mesmo que o indivíduo não tenha sintomas, é importante a avaliação médica para descartar possível infiltração em outras regiões do corpo. O tratamento consiste extirpação total da tumoração. 

Úlceras de Pressão

Úlceras de Pressão

 A úlcera de pressão pode ser definida como uma lesão de pele causada pela interrupção sangüínea em uma determinada área, que se desenvolve devido a uma pressão aumentada por um período prolongado. Também é conhecida como úlcera de decúbito, escara ou escara de decúbito. O termo escara deve ser utilizado quando se tem uma parte necrótica ou crosta preta na lesão. A úlcera de pressão se desenvolve quando se tem uma compressão do tecido mole entre uma proeminência óssea e uma superfície dura por um período prolongado. O local mais frequente para o seu desenvolvimento é na região sacra, calcâneo, nádegas, trocânter, cotovelos e tronco.São vários os fatores que podem aumentar o risco para o desenvolvimento da úlcera de pressão como: imobilidade, pressões prolongadas, fricção, traumatismos, idade avançada, desnutrição, incontinência urinária e fecal, infecção, deficiência de vitamina, pressão arterial, umidade excessiva, edema.

  

Unha Encravada

Unha Encravada

Esta alteração ocorre quando uma das pontas das unhas enterra-se na pele ao seu redor. Essa unha continua crescendo e aquela pele se torna uma barreira, de forma que em resposta surgirá um quadro de dor e inflamação, favorecendo infecções. A unha mais comumente acometida é a do grande dedo do pé. É importante procurar logo um médico ou podólogo, ao invés de tentar solucionar o problema sozinho cortando ou lixando a unha afetada. O desconforto pode ser controlado através de alguns cuidados: Não cortar a unha pelos cantos ou curtas demais, Evitar calçados apertados. Utilizar protetores de silicone ou de gel colocados na ponta dos dedos reduzindo as dores e hipersensibilidade Utilizar órteses que impedem que as unhas penetrem na pele. 

Unha Preta

Unha Preta

Unha preta é causada por um bolha de sangue abaixo da unha. O acúmulo de sangue abaixo da unha a descolore e pode causar pressão e dor, porém, de modo geral, não dói. Na maioria dos casos a unha acaba caindo. A unha preta ocorre quando seu dedo se machuca por bater contra o tênis. Isso acontece geralmente com muito treinamento em ladeira ou competir demais ou se o tênis for muito pequeno para o pé. Geralmente, corredores que tem o segundo dedo maior que o dedão são mais suscetíveis a ter a segunda unha machucada. É preciso drenar o sangue para remover a pressão. Para isso, limpe a unha esfregando álcool. Então pegue um clipe de papel, ou outro objeto pontiagudo e estreito, aqueça-o no fogo a empurre-o na sua unha. Drene o sangue, aplique anti-séptico e cubra o buraco com bandagem adesiva. A melhor forma de prevenir as unhas pretas é usar tênis de corrida que se encaixem adequadamente ao seu pé. A parte onde ficam os dedos deve ser larga o suficiente e o comprimento do tênis deve ser suficiente para que seus dedos não batam contra ele. Deve-se ter um pouco mais de um centímetro de espaço entre o final de seu dedo mais longo (não necessariamente o dedão) e o seu tênis. Meias anti-bolhas podem ajudar a prevenir a fricção. Pode-se correr com isso? - Geralmente sim. Se o dedo latejar com dor, então é melhor tirar uns dois dias de descanso para sarar

Varizes

Varizes











Varizes são veias dilatadas e deformadas, que surgem ao longo das pernas e podem causar dor e inchaço. Sua ocorrência é mais comum em pessoas que necessitam ficar em pé por longos períodos.As veias das pernas, que reconduzem o sangue ao coração após ter irrigado os membros inferiores, possuem válvulas cuja finalidade é impedir o retorno do sangue aos pés pela ação da gravidade. Às vezes, essas válvulas não funcionam com eficiência e o sangue empoça nas veias provocando deformação, inchaço e alterações na sensibilidade da pele.Nas mulheres, durante a menstruação e na gravidez, principalmente, os sintomas tendem a piorar.Episódios de maior gravidade podem ocorrer tanto por dilatação das veias profundas quanto das superficiais. Nesses casos de insuficiência venosa, podem surgir edema persistente nos pés, úlceras nas pernas e alterações na pigmentação da pele.Varizes superficiais podem ser facilmente reconhecidas observando-se a pessoa em pé. O tratamento mais comum é a remoção cirúrgica das veias comprometidas. O cirurgião faz diversas incisões, retira as veias afetadas e protege a(s) perna(s) com bandagens. O procedimento cirúrgico é rápido, o tempo de hospitalização é curto e a recuperação em casa pode durar algumas semanas.Nos casos de varizes superficiais, é possível injetar drogas para necrosar as veias a fim de que não mais conduzam sangue. Esse procedimento requer normalmente duas ou três aplicações, mas não é indicado para o tratamento de varizes maiores nem para aquelas localizadas em veias profundas.Seja qual for o tratamento adotado, é recomendável caminhar diariamente para estimular a circulação do sangue e o crescimento de novos vasos saudáveis.
   
 

Verrugas Plantares

Verrugas Plantares

Vulgarmente conhecidas como "olho de peixe", as verrugas plantares são resultado da ação do vírus Papiloma Humano nas células epiteliais. Situam-se em área de descarga de peso corporal, tornando-se bastante dolorosas e incapacitantes. A disseminação da doença pode ocorrer no mesmo indivíduo ou em indivíduos diferentes. É mais comum entre adolescentes e adultos jovens, pelo fato de exercerem muitas atividades comunitárias, como freqüentar piscinas públicas e escolas. O uso de palmilhas de silicone ou com zona de descarga de peso sobre a área dolorosa leva ao alívio da dor, no entanto esta patologia deve ser acompanhada pelo dermatologista, que segundo seus critérios pode indicar aplicação de substâncias que resolvam o problema e evitam sua disseminação. 

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